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Como uma indústria que fatura R$ 200 milhões opera com margem negativa?

Uma indústria de produtos de higiene faturava perto de R$ 200 milhões ao ano e operava com margem de -7%. O custo da folha caiu 40%, os contratos de fornecimento voltaram à condição de mercado e a gestão foi profissionalizada. A margem virou para +9% nos primeiros meses e o EBITDA chegou a 14%.

O problema apresentado

Faturamento próximo de R$ 200 milhões ao ano e margem de -7%. Folha de pagamento superdimensionada, contratos de fornecimento fora das condições de mercado, nenhum planejamento produtivo e gestão operacional conduzida diretamente pelos sócios.

O que o diagnóstico revelou

O custo de operar estava acima do que o faturamento sustentava, em quatro frentes ao mesmo tempo: pessoal, energia, gás e contrato de fornecedor. Nenhuma delas era grande o bastante para explicar sozinha o resultado negativo, e as quatro somadas explicavam.

O que foi executado

O resultado

margem: de -7% para +9%, com EBITDA chegando a 14%. Prazo: primeiros meses de trabalho, com o EBITDA na consolidação.

Redução de 40% no custo da folha não é redução de 40% do quadro. A maior parte veio de estrutura de cargos, de enquadramento e de encargo que a empresa pagava sem necessidade operacional.

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