Como uma companhia industrial com R$ 140 milhões de passivo volta a produzir sem pedir recuperação judicial?
Uma companhia industrial devia R$ 140 milhões e tinha pedido em carteira sem caixa para comprar matéria-prima. Os parceiros estratégicos viraram acordo de fornecimento e o passivo restante foi alongado. Em trinta meses o faturamento saiu de R$ 70 milhões para R$ 200 milhões ao ano, com margem de lucro de 15%.
O problema apresentado
Endividamento de R$ 140 milhões, com passivo junto a bancos, fundos e fornecedores e passivo tributário. A carteira de pedidos existia, o caixa para comprar matéria-prima não.
O que o diagnóstico revelou
A empresa tinha demanda e capacidade instalada, e o que travava a operação era exclusivamente o acesso à matéria-prima. Os parceiros comerciais e estratégicos que poderiam destravar isso nunca tinham sido tratados como parte da solução, apenas como credores.
O que foi executado
- Mapeamento de todos os contratos, processos e operações da companhia
- Identificação dos parceiros estratégicos e comerciais, chamados para acordo de fornecimento mais próximo
- Condições novas com esses parceiros, destravando a compra de matéria-prima
- Alongamento de longo prazo do passivo restante
- Renegociação integral do passivo tributário, com desconto de 65% e dez anos para o saldo
O resultado
faturamento anual: de R$ 70 milhões para R$ 200 milhões, com margem de lucro de 15%. Prazo: 30 meses.
As perdas produtivas caíram de 25% para cerca de 18% no mesmo período. Na saída, 70% do passivo com bancos e fundos estava quitado e 100% do tributário, renegociado. O pedido de recuperação judicial chegou a ser estudado e nunca foi protocolado.
A situação já é urgente
Há protesto, execução em curso ou folha em risco. Fale agora.
Ainda dá para diagnosticar com calma
A empresa opera, mas não sobra. Comece pelo diagnóstico.